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Encontro com a alma no espaço virtual |
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Há quem suponha impraticável trabalhar as imagens oníricas pela internet. Polêmico, sem dúvida, esse modo de entrar em contato com os sonhos foi desenvolvido pelo analista junguiano de Boston, Robert Bosnak, e sua assistente Jill Fischer, em 1997. Mas além de possível, a prática é uma interessante conexão entre dois universos aparentemente incompatíveis: o mundo virtual e nossas imagens inconscientes. No universo on line pode ser associado à linguagem dos sonhos.
por Silvia Graubart
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Depressão, o mal do século XXI |
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O termo DEPRESSÃO é muito utilizado em nosso cotidiano. Na verdade, o estado de humor interno deprimido, ou seja, um estado de tristeza, desânimo ou, em uma linguagem mais popular, estar "pra baixo", é uma condição normal quando justificado por algum evento ou situação.
por Nildson Alves Cabral
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Você sabe o que é fobia? |
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Fobia (do Grego φόβος "medo"), em linguagem comum, é o temor ou aversão exagerada ante situações, objetos, animais ou lugares.
Trata-se, portanto, de um medo exagerado.
Ter medo de algo que possa nos prejudicar é normal. O que ultrapassa o limite da normalidade é o medo por algo ou situação que, na realidade, não causará nenhum tipo de prejuízo a nós.
por Nildson Alves Cabral
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A escuta terapêutica no diálogo |
Como fazer do diálogo uma escuta terapêutica? A partir desse questionamento surge a idéia de um artigo que discutisse os elementos do processo comunicacional no desenvolvimento do diálogo e que pudessem contribuir com informações que auxiliem o leitor no desenvolvimento da aptidão de uma escuta terapêutica. Nossa pretensão é contribuir na orientação a uma escuta terapêutica com excelência a partir do diálogo, facilitando o encontro das pessoas e promovendo o crescimento pessoal.
por Nildson Alves Cabral
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Rumo à ação |
Cientistas têm conseguido desvendar os complexos aspectos neurológicos do desenvolvimento comportamental, processo que se inicia muito cedo e requer estimulação constante; fase de grandes descobertas para as crianças e de muito cuidado para os pais
por luiz celso pereira vilanova
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ATLAS DO COMPORTAMENTO
O psicólogo americano Arnold Gesell (1880-1961) foi grande estudioso do movimento corporal, para ele reflexo do estado psíquico. As imagens ocuparam grande espaço em sua obra, sob a forma de fotografias ou filmes dos comportamentos infantis |
Os estudos sobre o desenvolvimento infantil já têm cerca de 80 anos. Eles se iniciaram na década de 20, com o psicólogo americano Arnold Gesell, que procurou descrever o desenvolvimento da criança de 1 mês até 6 anos de idade. Na década de 30, o psicólogo e biólogo suíço Jean Piaget investigou o desenvolvimento e sua relação com a aprendizagem. Mais tarde, já nos anos 50, os estudos passaram a ter enfoque mais médico.
No Brasil, o professor Antonio Frederico Branco Lefèvre padronizou o exame neurológico do recém-nascido a termo, caracterizando o comportamento e as reações dos neonatos normais. Já em 1952, o neurologista francês André-Thomas e seus discípulos descreveram comparativamente o padrão neurológico do recém-nascido a termo e pré-termo. As pesquisas prosseguiram até que, no final da década de 70 e principalmente no início da década de 80, os trabalhos que enfocam o desenvolvimento do recém-nascido prematuro, em especial os de peso muito baixo, passaram a ser realizados por equipes multidisciplinares.
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Freud está de volta |
Neurocientistas
descobrem que descrições
biológicas do cérebro
funcionam melhor se combinadas às
teorias delineadas pelo pensador
austríaco há um século.
Na primeira metade
do século 20, as idéias
de Sigmund Freud dominaram as explicações
sobre o funcionamento da mente. Seu
pressuposto básico era que
nossas motivações permanecem
em sua maior parte no inconsciente.
MARK SOLMS
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O Sentido do Mundo |
Culturas
antigas usavam histórias fabulosas
para explicar fenômenos naturais.
Na modernidade, os mitos persistem pela
necessidade cerebral de impor ordem à
realidade.
Klaus
Manhart
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